A falta de companhia eleva o nível de estresse e contribui para o desenvolvimento de problemas psicológicos e comportamentais nos pets

A rotina frenética impede que a maioria das pessoas tenha mais tempo para se dedicar ao seu bichinho de estimação. De acordo com especialistas, a falta de companhia ou isolamento eleva o nível de estresse do cão e, com isso, contribui para o desenvolvimento de problemas psicológicos e comportamentais. Apontada como o grande mal canino nos dias de hoje, a síndrome da ansiedade da separação pode provocar crises de depressão, alternadas com momentos de grande agitação, levando o pet a destruir móveis e objetos, fazer as necessidades fora do local adequado, latir muito e lamber as patas compulsivamente, chegando até mesmo a se machucar.

“Assim como as pessoas roem as unhas, os cães podem ter este tipo de comportamento como uma espécie de resposta a um distúrbio psicológico provocado pelo tédio”, afirma o veterinário do Clube de Cãompo, Aldo Macellaro Júnior. Segundo ele, os cães ficam entediados quando passam longos períodos sozinhos e não realizam atividades suficientes para gastar energia. Esse sentimento atinge qualquer animal, mas principalmente os de grande porte. O tamanho do espaço onde residem também tem influência em seu estado de ânimo. “Além disso, o sedentarismo pode ocasionar outros problemas de saúde, como a obesidade”, alerta o profissional.

O contato com a natureza e a interação com outros cães são fundamentais para garantir o bem-estar dos animais. Também é preciso dar opções para que eles se exercitem. “Um simples passeio, no início ou no final do dia, nem sempre é suficiente para gastar a energia acumulada”, explica Macellaro Júnior. “Investir na socialização é muito importante para que o animal tenha uma qualidade de vida melhor. As relações sociais com outros pets e pessoas diferentes contribuem para tornar o bichinho de estimação mais saudável”, completa.

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