Considerada uma das principais produtoras de pêssego do Estado de São Paulo, a região de Jarinu deu início à colheita da fruta, que acontece entre o final de agosto e dezembro.

José Braga Semis, engenheiro agrônomo,  afirma que o clima ajudou este ano. Segundo ele, o frio veio na hora certa e foi fundamental no momento em que os frutos começaram a se desenvolver.

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Antonio Donizete de Oliveira tem 15 mil pessegueiros. A maior parte da produção vai para supermercados. Ele lembra que, além do clima, o mercado precisa ajudar. Segundo Donizete, o ideal é que o produtor receba no mínimo R$ 4 em média pela fruta de boa qualidade. Menos do que isso fica difícil pagar os custos.

No sítio de Waldir Parise, um dos maiores e mais tradicionais produtores de pêssego do Jarinu, uma área de 30 hectares é ocupada pela fruta. O produtor investiu no chamado “paredão frutal”, que é comum na Europa. Ele conheceu a técnica há três anos numa viagem ao Uruguai. Waldir plantou 120 pés nesse sistema e a primeira colheita é agora.

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No “paredão frutal”, os galhos são abertos no sentido da linha onde estão as plantas, ao contrário do sistema tradicional, em que os galhos são abertos no sentido das ruas. A técnica permite a poda mecanizada, além de garantir mais luz para os frutos ao longo da safra.

Fonte: G1.globo.com

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