A longevidade tem rendido lucros nos mais diferentes setores da economia no mundo todo e agora começa a aparecer no Brasil. A Nestlé, por exemplo, criou uma nova divisão de suplementos e bebidas para idosos cujo crescimento será geométrico, podendo chegar a 1US$ bilhão num prazo inferior a dez anos nos EUA, Europa e parte do Brasil. É a genética empregada para comercializar alimentos.

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Os consumidores enviarão fotos de seus pratos favoritos para o programa, que utilizará a inteligência artificial para complementar a refeição com produtos e nutrientes eventualmente faltosos na refeição preferida dos idosos. Aconselharão também através de testes de DNA e amostras de sangue, que serão coletadas diretamente com os usuários.

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Outro setor milionário é o de aparelhos auditivos. O valor das ações das empresas que comercializam produtos neste segmento teve altas espetaculares de 2017 para cá. A Amplifon, empresa milanesa, tornou milionários seus donos, que detêm hoje fortunas amealhadas em mais de 2 bilhões e meio de dólares. O crescimento para este ano será próximo a 10% a.a. Outra gigante é a suíça Sonova, que vende os mesmos aparelhos, só que de forma direta, aos consumidores.

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No Brasil, o mercado imobiliário se prepara para um boom nos próximos 10 anos, quando a população brasileira envelhecerá significativamente e teremos aproximadamente 45 milhões de idosos. O perfil desses idosos se modifica rapidamente e começa a exigir coisas e novos hábitos. Preparem-se para eles. Serão bem-vindos.

Por: Augusto Luppi, Conselho Municipal do Idoso de Atibaia

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