No dia 18 de setembro, foi lançada oficialmente a Associação Brasileira de Nozes e Castanhas e Frutas Secas (ABNC) na sede da FIESP, em São Paulo. A novidade foi anunciada no VII Encontro Brasileiro de Nozes e Castanhas. O evento foi organizado pela Divisão de Nozes e Castanhas do Departamento de Agronegócio (Deagro) da federação.

Participaram da abertura do encontro o vice-presidente do Ciesp e diretor titular da divisão sobre esses alimentos no Deagro, José Eduardo Mendes Camargo, e o diretor titular do departamento, Roberto Ignacio Betancourt.

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Camargo, que também é presidente da ABNC, destacou as propriedades nutritivas das nozes e castanhas e a alta rentabilidade desses produtos. “São alimentos saudáveis e fitoterapêuticos”, disse. “Temos tudo para incluir as nozes e castanhas na balança do agronegócio, para somar”.

A nova associação vai promover a produção e a venda desses itens.

No Brasil, a castanha do Pará é produzida na região Norte do país, a de Caju, no Nordeste, a de baru, no Centro-Oeste, noz pecã, no Sul, e noz macadâmia, no Sudeste. Enquanto o Brasil ainda está em processo de desenvolvimento no cultivo dessa cultura, a China e os EUA experimentaram, entre 2016 e 2017, o maior crescimento da produção de nozes em relação à média dos últimos dez anos; 96% e 41%, respectivamente, segundos dados do International Nut and Died Fruit Council (INC).

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